Meu processo criativo
anda a mil, muito obrigada...
as idéias vão fluido,
encontrando seus destinos,
aplicadas à utilidade... falta tempo ao inútil!
O puramente estético
emagrece
desnutre-se
quase morre...
OOOOoooo....
quase morre
quarta-feira, 25 de julho de 2012
sábado, 7 de julho de 2012
Autobiografia
Quando criança queria desvendar os pequenos mistérios da Vida
Assistia deslumbrada o cilindro da caixinha de música
Como era possível?
Conseguiria eu, em minha curiosidade infantil, produzir mecanismo semelhante?
Qual seria a alquimia empregada às flores
metamorfoseando-as nos coloridos liquidos que ocupavam a penteadeira?
Na adolescencia tive a pretensão de,
um dia, compreender o mundo
Queria desvendar os grandes mistérios da Vida
Procurei na escola, nas bibliotecas,
Procurei nas universidades, nas especializações...
Procurei nos livros, na internet, na cultura e no trabalho
E quanto mais eu procurava
Mais a resposta fugia
Era como a experiência infantil
de caminhar rumo ao ponto exato
onde o céu tocaria o chão
Minha busca incessante escapava como o horizonte
escorria pelas mãos
Foi quando descobri na adultez
que a infância ainda me habita
Que o verdeiro mistério da Vida
não é o ponto de chegada, mas o caminho percorrido
Que o ponto de chegada é determinado unicamente
pelo fim do tempo nos dado a procurar
Continuo atrás das respostas,
(sem a procura não há caminho a percorrer)
Mas a criança ensinou à adulta
que as respostas certas não existem
que elas nunca são satisfatórias
e que o que realmente importa
é o desfrutar da caminhada.
Assistia deslumbrada o cilindro da caixinha de música
Como era possível?
Conseguiria eu, em minha curiosidade infantil, produzir mecanismo semelhante?
Qual seria a alquimia empregada às flores
metamorfoseando-as nos coloridos liquidos que ocupavam a penteadeira?
Na adolescencia tive a pretensão de,
um dia, compreender o mundo
Queria desvendar os grandes mistérios da Vida
Procurei na escola, nas bibliotecas,
Procurei nas universidades, nas especializações...
Procurei nos livros, na internet, na cultura e no trabalho
E quanto mais eu procurava
Mais a resposta fugia
Era como a experiência infantil
de caminhar rumo ao ponto exato
onde o céu tocaria o chão
Minha busca incessante escapava como o horizonte
escorria pelas mãos
Foi quando descobri na adultez
que a infância ainda me habita
Que o verdeiro mistério da Vida
não é o ponto de chegada, mas o caminho percorrido
Que o ponto de chegada é determinado unicamente
pelo fim do tempo nos dado a procurar
Continuo atrás das respostas,
(sem a procura não há caminho a percorrer)
Mas a criança ensinou à adulta
que as respostas certas não existem
que elas nunca são satisfatórias
e que o que realmente importa
é o desfrutar da caminhada.
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